<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:googleplay="http://www.google.com/schemas/play-podcasts/1.0"><channel><title><![CDATA[O território sem filtros de Ramonnielly]]></title><description><![CDATA[O meu Substack pessoal]]></description><link>https://ramonniellymorais.substack.com</link><image><url>https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!y7jG!,w_256,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F78a9fc80-8795-4726-b942-7065f800a9f3_1080x1080.png</url><title>O território sem filtros de Ramonnielly</title><link>https://ramonniellymorais.substack.com</link></image><generator>Substack</generator><lastBuildDate>Sun, 28 Jun 2026 00:46:22 GMT</lastBuildDate><atom:link href="https://ramonniellymorais.substack.com/feed" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[Ramonnielly Morais]]></copyright><language><![CDATA[pt]]></language><webMaster><![CDATA[ramonniellymorais@substack.com]]></webMaster><itunes:owner><itunes:email><![CDATA[ramonniellymorais@substack.com]]></itunes:email><itunes:name><![CDATA[Ramonnielly Morais]]></itunes:name></itunes:owner><itunes:author><![CDATA[Ramonnielly Morais]]></itunes:author><googleplay:owner><![CDATA[ramonniellymorais@substack.com]]></googleplay:owner><googleplay:email><![CDATA[ramonniellymorais@substack.com]]></googleplay:email><googleplay:author><![CDATA[Ramonnielly Morais]]></googleplay:author><itunes:block><![CDATA[Yes]]></itunes:block><item><title><![CDATA[Você não foi feita para todo mundo (e finalmente isso virou vantagem)]]></title><description><![CDATA[Como microcomunidades viraram o lugar mais lucrativo do digital, e por que escolher poucos &#233; o ato menos ego&#237;sta que uma marca pode fazer.]]></description><link>https://ramonniellymorais.substack.com/p/voce-nao-foi-feita-para-todo-mundo</link><guid isPermaLink="false">https://ramonniellymorais.substack.com/p/voce-nao-foi-feita-para-todo-mundo</guid><dc:creator><![CDATA[Ramonnielly Morais]]></dc:creator><pubDate>Sun, 21 Jun 2026 13:05:43 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/af6fe16b-36b2-4770-8fb3-38cd025fa2a5_1200x675.webp" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h2>&#10077; Acordei pensando numa coisa quase ofensiva de t&#227;o &#243;bvia</h2><p>As marcas que me deixam obcecada &#8212; todas, sem exce&#231;&#227;o &#8212; n&#227;o foram feitas para mim em primeiro lugar.</p><p>Foram pensadas para uma pessoa muito espec&#237;fica que eu n&#227;o sou. E a&#237; eu cheguei depois, atra&#237;da pela coer&#234;ncia absurda delas com aquela pessoa.</p><p>Pensa o paradoxo: ser de poucos virou o jeito mais r&#225;pido de virar marca de muitos. E ningu&#233;m te avisou.</p><div><hr></div><h2>&#8251; O que temos no caf&#233; de hoje?</h2><p>&#10070; <strong>Radar Criativo&#8482;</strong></p><p>&#8212; Por que a marca culto da d&#233;cada &#233; uma marca de &#225;gua em lata com caveira no r&#243;tulo.</p><p>&#10022; <strong>Marcas com ELO&#8482;</strong></p><p>&#8212; Liquid Death e a aula de microcomunidade que ningu&#233;m te deu na faculdade de marketing.</p><p>&#10042; <strong>V&#243;rtice Criativo&#8482;</strong></p><p>&#8212; O ato mais arrogante e mais generoso que uma criadora pode fazer: ser inegoci&#225;vel para mil pessoas em vez de irrelevante para um milh&#227;o.</p><div><hr></div><h2>&#10070; Radar Criativo&#8482; &#8212; A morte silenciosa do "mercado massa"</h2><p>A coisa mais interessante que t&#225; acontecendo no consumo digital agora &#233; uma coisa que ningu&#233;m vai te contar num relat&#243;rio bonitinho de tend&#234;ncia: o conceito de "mercado massa" morreu de t&#233;dio nos &#250;ltimos cinco anos, e ningu&#233;m chegou a fazer um vel&#243;rio decente.</p><p>Olha o que t&#225; rolando, sem hype. A Liquid Death, uma marca de &#225;gua em lata com est&#233;tica de banda de death metal, virou empresa avaliada em US$1,4 bilh&#227;o vendendo H2O para um povo que a ind&#250;stria tinha desistido de olhar (jovem punk, s&#243;brio, metaleiro, anti-influencer). A Stanley, a garrafa t&#233;rmica de cooler de obra, ressuscitou em 2020 quando mulheres de 30+ adotaram ela como acess&#243;rio obrigat&#243;rio do TikTok e esgotaram estoque em meia hora. O Substack inteiro, plataforma onde voc&#234; vai parar daqui a duas abas, vive de gente que decidiu escrever para tr&#234;s mil leitores fi&#233;is em vez de tentar tr&#234;s milh&#245;es mornos.</p><p>Esse &#233; o sinal. As marcas que mais crescem hoje deixaram de tentar ser amadas por todo mundo e escolheram ser inegoci&#225;veis para algu&#233;m muito espec&#237;fico. E essa pessoa muito espec&#237;fica trouxe, sem precisar pedir, o resto.</p><p>Marca massa virou paisagem do feed, daquelas que a gente passa sem nem perceber que passou. Marca de microcomunidade virou conversa real entre as pessoas no churrasco, no grupo do WhatsApp, no story compartilhado &#224;s tr&#234;s da manh&#227;. E conversa, no algoritmo de hoje, &#233; o &#250;nico ativo que ainda te entrega de gra&#231;a.</p><p>A pergunta desconfort&#225;vel &#233; essa: voc&#234; est&#225; construindo uma marca para "qualquer mulher empreendedora que queira crescer no digital" &#8212; paisagem &#8212; ou para uma pessoa espec&#237;fica que, ao te encontrar, vai sentir que finalmente algu&#233;m falou diretamente com ela? Porque o algoritmo do Instagram, do TikTok e do Substack vem premiando a segunda op&#231;&#227;o h&#225; pelo menos dois anos. E a gente, do lado de c&#225;, ainda escreve copy como se estivesse vendendo no Walmart de 1998.</p><div><hr></div><h2>&#10022; Marcas com ELO&#8482; &#8212; A aula de Liquid Death (e por que ela funciona)</h2><p>Repete comigo, devagar: &#225;gua. Em. Lata. De alum&#237;nio. Com caveira no r&#243;tulo. E o nome literal da marca &#233; Morte L&#237;quida.</p><p>Esse era o pitch que o Mike Cessario, fundador da Liquid Death, fez em 2017. A ind&#250;stria de bebidas riu. Nenhuma rede de varejo grande quis distribuir. Em sete anos a marca virou refer&#234;ncia cultural, foi avaliada em US$1,4 bilh&#227;o e tem fila de big tech do FMCG querendo comprar.</p><p>Como? Com ELO inteiro, sem economia em nenhuma das tr&#234;s pontas.</p><p><strong>Ess&#234;ncia:</strong> Liquid Death n&#227;o tentou ser "&#225;gua saud&#225;vel", "&#225;gua premium" ou nenhuma vers&#227;o dilu&#237;da do que a categoria j&#225; fazia. Ela escolheu ser bebida pesada para um povo que a ind&#250;stria tratava como audi&#234;ncia de segunda &#8212; m&#250;sicos, metaleiros, skatistas, gente em recupera&#231;&#227;o que queria mandar a cerveja embora sem virar beb&#234;. Caveira, slogan <em>Murder Your Thirst</em>, parceria com bandas de rock independente, patroc&#237;nio de campeonato de skate. Coer&#234;ncia cultural at&#233; o pelo do bra&#231;o.</p><p><strong>Liga&#231;&#227;o:</strong> essa galera, historicamente, era invis&#237;vel para marca grande de bebida. A Liquid Death olhou para ela como cliente principal, com nome e sobrenome, n&#227;o como "tamb&#233;m atende". E essa galera respondeu da forma mais cara que existe no marketing: lealdade ativa. Tatuagem da marca no corpo. V&#237;deos volunt&#225;rios no TikTok defendendo a empresa. Fila para colecionar latas customizadas com artistas independentes. A marca virou parte da identidade de quem compra. E identidade n&#227;o negocia pre&#231;o.</p><p><strong>Originalidade:</strong> enquanto a categoria toda vendia &#225;gua como pureza, frescor, montanhas e sustentabilidade gen&#233;rica, a Liquid Death vendeu como rebeli&#227;o absurda. Lan&#231;ou linha de ch&#225; enlatado chamada <em>Armless Palmer</em>. Lan&#231;ou shampoo edi&#231;&#227;o limitada feito de "l&#225;grimas dos haters". Vende camiseta com a frase <em>Eat My Death</em>. Virou marca cultural antes de ser marca de bebida. E a&#237; ningu&#233;m mais consegue copiar &#8212; porque copiar caveira &#233; f&#225;cil, copiar vis&#227;o de mundo &#233; imposs&#237;vel.</p><p>A li&#231;&#227;o n&#227;o &#233; "use caveira no r&#243;tulo". A li&#231;&#227;o &#233; essa: quando uma marca decide ser a n&#250;mero um para uma comunidade espec&#237;fica em vez de tentar ser a n&#250;mero quatro para todo mundo, ela ganha o ativo mais escasso do digital em 2026, que &#233; gente que sente raiva pessoal quando outra pessoa critica a marca dela.</p><p>Voc&#234; quer audi&#234;ncia. Okay. Mas audi&#234;ncia sozinha parou de crescer neg&#243;cio h&#225; pelo menos cinco anos. O que cresce de verdade &#233; gente que defende voc&#234; no churrasco quando aparece algu&#233;m com uma cr&#237;tica boba. E essa gente nasce de voc&#234; ter escolhido ela primeiro, com nome e sobrenome, antes de pedir nada de volta.</p><div><hr></div><h2>&#10042; V&#243;rtice Criativo&#8482; &#8212; O ato menos ego&#237;sta da sua marca</h2><p>Tem uma frase do Kevin Kelly, escrita l&#225; em 2008 num ensaio quase prof&#233;tico, que era praticamente fofoca naquela &#233;poca e hoje virou matem&#225;tica de neg&#243;cio: <em>1.000 f&#227;s verdadeiros podem te sustentar pelo resto da vida.</em></p><p>A ideia &#233; boba de t&#227;o simples. Se voc&#234; tiver mil pessoas dispostas a gastar trezentos reais por ano com voc&#234;, voc&#234; fatura trezentos mil sem precisar viralizar uma vez. A conta &#233; matem&#225;tica de quinta s&#233;rie. O dif&#237;cil nessa hist&#243;ria nunca foi a conta. O dif&#237;cil &#233; o luto.</p><p>Porque escolher mil pessoas significa, na pr&#225;tica, escolher n&#227;o falar com sete bilh&#245;es. E isso, para criadora brasileira em 2026 formada num mercado que ensina que sucesso &#233; "alcance grande", parece uma forma estranha de preju&#237;zo. A gente sente que t&#225; perdendo oportunidade, deixando dinheiro na mesa, sendo arrogante por querer s&#243; algumas pessoas. Quem inventou esse medo foi quem precisava vender curso de tr&#225;fego para um p&#250;blico sem nome.</p><p>A virada &#233; entender o seguinte. Escolher poucos parece arrog&#226;ncia vista de fora, mas por dentro &#233; uma forma muito espec&#237;fica de amor &#8212; voc&#234; decide se aprofundar no problema de algu&#233;m em vez de pulverizar aten&#231;&#227;o em mil "qualqueres" mornos.</p><blockquote><p>Quando voc&#234; escolhe uma pessoa para construir uma marca em volta dela, voc&#234; est&#225; dizendo: vou fazer um esfor&#231;o sobre-humano para entender exatamente o que essa pessoa precisa, sente, tem vergonha de admitir, espera em sil&#234;ncio. E vou desenhar produto, conte&#250;do e linguagem para ela com nome, n&#227;o para "p&#250;blico feminino 25 a 45".</p></blockquote><p>Isso &#233; o oposto exato do que mercado de massa faz, que &#233; diluir a mensagem at&#233; caber em todo mundo e, no final, nenhuma pessoa espec&#237;fica se sente vista.</p><p>Virar especialista de mil pessoas significa virar refer&#234;ncia absoluta dentro dessas mil. Significa que, no dia em que algu&#233;m de fora do grupo perguntar "quem &#233; a melhor pessoa para X muito espec&#237;fico?", o nome que sai sem pensar &#233; o seu. E essa autoridade aparentemente microsc&#243;pica &#233; o que escala de verdade &#8212; sem leil&#227;o de palavra-chave, sem influencer pago, sem reels que viralizou e n&#227;o trouxe ningu&#233;m para o produto.</p><p>Voc&#234; n&#227;o &#233; todo mundo. Eu sei que parece quase ofensa quando o mercado ensina o contr&#225;rio desde 2015. Mas &#233; a melhor not&#237;cia comercial que voc&#234; vai receber esse ano.</p><p>A pergunta para fechar a edi&#231;&#227;o &#233; simples e meio cruel: voc&#234; consegue listar, agora, vinte pessoas reais &#8212; com nome &#8212; que ficariam tristes se voc&#234; sumisse do feed amanh&#227;? Se conseguir, parab&#233;ns, voc&#234; tem o esbo&#231;o da sua microcomunidade desenhado. Se n&#227;o conseguir, parab&#233;ns tamb&#233;m &#8212; voc&#234; acabou de achar o que tem que construir antes de qualquer estrat&#233;gia.</p><div><hr></div><h2>&#9670; Filtro da Semana</h2><p>&#127909; <strong>V&#237;deo:</strong> <em>How Liquid Death Built A $1.4 Billion Brand By Selling Water</em> (canal CNBC no YouTube). Vale ver at&#233; o final pelo bastidor de como o Mike Cessario testou a marca em festivais de m&#250;sica antes de gastar um centavo em f&#225;brica. Bom para entender que microcomunidade se valida no ch&#227;o da pista, n&#227;o em pesquisa de mercado.</p><p>&#128218; <strong>Leitura:</strong> <em>1.000 True Fans</em>, ensaio do Kevin Kelly (<a href="http://kk.org/thetechnium/1000-true-fans">kk.org/thetechnium/1000-true-fans</a>). Tem s&#243; dois mil leitores no original e segue sendo a base intelectual da economia de criadora moderna. L&#234; uma vez. Volta a ler uma vez por ano para se lembrar do que importa.</p><p>&#127897;&#65039; <strong>Podcast:</strong> <em>How I Built This</em>, da NPR &#8212; qualquer epis&#243;dio com fundador de marca culto serve (Patagonia, Stanley, Trader Joe's, Drybar). Voc&#234; ouve seis hist&#243;rias seguidas e o padr&#227;o aparece sozinho: todas come&#231;aram falando para um grupinho m&#237;nimo de gente apaixonada e ignoraram conselho profissional para "ampliar o p&#250;blico".</p><p>&#128173; <strong>Cita&#231;&#227;o:</strong> <em>"People like us do things like this."</em> &#8212; Seth Godin, em <em>This is Marketing</em>. &#201; a frase mais curta que descreve como pertencimento gera venda recorrente sem promo&#231;&#227;o. L&#234; devagar, tr&#234;s vezes, e tenta aplicar no pr&#243;ximo carrossel.</p><p>&#127873; <strong>B&#244;nus:</strong> abre o seu Notion (ou caderno, ou bloco de notas do celular) e cria uma lista chamada "Pessoas Reais 2026". Coloca vinte nomes de pessoas que voc&#234; reconhece da audi&#234;ncia: quem manda DM com frequ&#234;ncia, quem comenta sempre, quem comprou, quem indicou. Olha essa lista uma vez por semana. Cada conte&#250;do que voc&#234; for criar daqui pra frente, escreve mentalmente para uma delas com nome no rascunho. Vai ser desconfort&#225;vel no come&#231;o. E a&#237;, num determinado momento, o conte&#250;do come&#231;a a parecer com gente, n&#227;o com palestra.</p><div><hr></div><h2>&#10078; Se voc&#234; terminou de ler isso e ainda quer ser de "todo mundo", me liga</h2><p>Se voc&#234; terminou essa edi&#231;&#227;o com aquela sensa&#231;&#227;o meio inc&#244;moda de "ai, &#233; comigo", parab&#233;ns: voc&#234; ainda tem a chance de escolher antes que o mercado escolha por voc&#234;.</p><p>Se voc&#234; terminou pronta para defender o "tem que ser para todo mundo, sen&#227;o a gente n&#227;o cresce", tamb&#233;m t&#225; &#243;timo. S&#243; preciso te avisar uma coisa, com carinho: essa &#233; a marca que daqui a tr&#234;s anos vai sentir saudade da &#233;poca em que tinha qualquer relev&#226;ncia para qualquer pessoa.</p><p>A gente se v&#234; no pr&#243;ximo caf&#233;, provavelmente com mais um cutuc&#227;o, um deboche, e algum exerc&#237;cio para voc&#234; fazer no domingo &#224; noite enquanto a casa dorme.</p><p>R.</p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[O perigo do marketing autocentrado]]></title><description><![CDATA[Por que marcas que s&#243; falam de si viraram ru&#237;do de fundo de timeline.]]></description><link>https://ramonniellymorais.substack.com/p/o-perigo-do-marketing-autocentrado</link><guid isPermaLink="false">https://ramonniellymorais.substack.com/p/o-perigo-do-marketing-autocentrado</guid><dc:creator><![CDATA[Ramonnielly Morais]]></dc:creator><pubDate>Sun, 07 Jun 2026 13:04:15 GMT</pubDate><enclosure url="https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/fe15b781-437d-417a-ad85-46acaab725e4_665x461.jpeg" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<h2>&#9749; O que temos no caf&#233; de hoje?</h2><p>&#9888;&#65039; <strong>Selo C&#243;pia Barata e Sem Sal&#8482;</strong></p><p>&#8212; Quando a sua marca vira aquela amiga que s&#243; sabe falar de si.</p><p>&#10036;&#65039; <strong>Marcas com ELO&#8482;</strong></p><p>&#8212; Quando uma marca vira a c&#226;mera para o cliente, ela some &#8212; no melhor sentido poss&#237;vel.</p><p>&#128165; <strong>V&#243;rtice Criativo&#8482;</strong></p><p>&#8212; A diferen&#231;a entre ser vista e ser confundida com paisagem.</p><div><hr></div><h2>&#9888;&#65039; Selo C&#243;pia Barata e Sem Sal&#8482; &#8212; A marca que s&#243; fala de si vira a tia chata do grupo</h2><p>D&#225; um zoom no seu feed agora.</p><p>Repara: quantas marcas voc&#234; segue que falam com voc&#234;, e quantas falam de si para voc&#234;?</p><p>A diferen&#231;a &#233; sutil, mas &#233; nela que mora o ELO &#8212; ou a falta dele. Marca que fala de si o tempo todo entrega muita informa&#231;&#227;o e nenhuma conversa. Tem a est&#233;tica alinhada, o m&#233;todo cunhado, o post bonito, a fundadora com a "jornada aut&#234;ntica" devidamente storytelizada. E ainda assim, ningu&#233;m comenta. Salva no m&#225;ximo. Compartilha quase nunca.</p><p>Porque conte&#250;do que s&#243; fala da marca tem aquele cheiro de cat&#225;logo de loja: t&#225; ali, t&#225; bonito, t&#225; organizado &#8212; e a gente passa direto.</p><p>Marca morna n&#227;o vende. E marca autocentrada &#233; a vers&#227;o premium da marca morna: ela acha que tem personalidade porque fala muito. S&#243; que falar muito de si raramente &#233; personalidade. Inseguran&#231;a bem produzida usa quase o mesmo figurino, e &#224;s vezes a gente confunde.</p><p>O paradoxo cruel &#233; esse:</p><blockquote><p>Quanto mais voc&#234; quer mostrar quem voc&#234; &#233;, menos a gente sente quem voc&#234; &#233;.</p></blockquote><p>Personalidade de verdade aparece no que voc&#234; comenta sobre o mundo, nas pessoas que voc&#234; nomeia, nos inimigos que voc&#234; assume, nas teses que voc&#234; repete at&#233; cansar a si mesma. Tudo isso bem longe da quantidade de espelho que voc&#234; coloca no pr&#243;prio feed.</p><div><hr></div><h2>&#10036;&#65039; Marcas com ELO&#8482; &#8212; A li&#231;&#227;o do Nubank quando ele te mostra dentro do produto</h2><p>Pega o Nubank.</p><p>Nos &#250;ltimos dez anos, o Nubank construiu uma marca de bilh&#245;es falando, quase sempre, do CLIENTE. Da emo&#231;&#227;o de receber a fatura sem susto. Do al&#237;vio de n&#227;o precisar entrar em ag&#234;ncia. Da sensa&#231;&#227;o de ser tratada como gente adulta pelo banco.</p><p>O Nubank n&#227;o passa o tempo todo te lembrando da miss&#227;o dele. Em vez disso, mostra ao vivo o que entrega no gesto cotidiano: o aviso instant&#226;neo no celular, o roxo no aplicativo, a fatura sem sobressalto. Esse roxo virou linguagem porque virou experi&#234;ncia primeiro. E experi&#234;ncia tem essa coisa boba: ela s&#243; sobrevive na voz de quem sentiu. Quem opera por tr&#225;s pode at&#233; desenhar, mas quem narra de verdade &#233; a pessoa que recebeu.</p><p>Compara mentalmente com uma marca pessoal t&#237;pica do Instagram brasileiro: 80% do feed sobre o m&#233;todo dela, 15% sobre o "por que eu fa&#231;o o que fa&#231;o" e 5% sobre o problema concreto da pessoa que segue. Depois a gente se pergunta por que o conte&#250;do n&#227;o vende.</p><p>O Nubank inverteu a c&#226;mera. Ele te mostra voc&#234; dentro do produto. A gente continua filmando a gente mesma e estranhando que ningu&#233;m entra no enquadramento.</p><div><hr></div><h2>&#128165; V&#243;rtice Criativo&#8482; &#8212; A audi&#234;ncia fareja antes de voc&#234; terminar a frase</h2><p>A pessoa do outro lado do feed sabe, em tr&#234;s segundos, se voc&#234; t&#225; ali para resolver algo dela ou se ela &#233; s&#243; plateia da sua autoexpress&#227;o. N&#227;o precisa de pesquisa, de dado, de benchmark. O olho humano tem um GPS para incoer&#234;ncia que n&#227;o passa em nenhum curso de marketing.</p><p>E a&#237; mora a virada que pouca gente quer ouvir.</p><p>O contr&#225;rio de marketing autocentrado mora num lugar bem espec&#237;fico: na curiosidade genu&#237;na. Quando voc&#234; troca o "deixa eu te apresentar minha trajet&#243;ria" por "deixa eu te perguntar uma coisa", o jogo muda. Virar a c&#226;mera &#233; o gesto mais simples e o mais dif&#237;cil ao mesmo tempo &#8212; ele exige que voc&#234; se interesse mais pelo problema da outra pessoa do que pela pr&#243;pria reputa&#231;&#227;o. Essa parte, gente, &#233; a que ningu&#233;m vende em curso.</p><blockquote><p>Voc&#234; n&#227;o &#233; todo mundo. Mas para algu&#233;m te reconhecer como VOC&#202;, &#233; preciso que essa pessoa apare&#231;a no seu conte&#250;do: com o problema dela, com a frustra&#231;&#227;o dela, com a piada interna que ela faz no grupo das amigas, com a palavra exata que ela usa para descrever o que sente.</p></blockquote><p>N&#227;o &#233; sobre aten&#231;&#227;o. &#201; sobre confian&#231;a. E confian&#231;a n&#227;o nasce de quem fala muito de si &#8212; nasce de quem conta, com precis&#227;o, a hist&#243;ria que a outra pessoa ainda n&#227;o tinha conseguido contar.</p><p>Marca morna n&#227;o vende. Marca autocentrada faz pior: ela acha que est&#225; se comunicando enquanto, do outro lado, a pessoa s&#243; espera o feed acabar de carregar. Sem conex&#227;o de verdade, no digital, voc&#234; vira ru&#237;do de fundo de timeline &#8212; som de elevador entre uma propaganda e outra.</p><div><hr></div><h2>&#127873; Filtro da Semana</h2><p>&#127909; <strong>V&#237;deo:</strong> Simon Sinek &#8212; <em>Start With Why</em> (TED Talk). O come&#231;o continua sendo a aula mais bem editada j&#225; feita sobre por que uma marca vende ou n&#227;o vende.</p><p>&#128218; <strong>Leitura:</strong> <em>This is Marketing</em>, de Seth Godin. Pula direto para o cap&#237;tulo da "smallest viable audience". L&#234; com a sua marca aberta do lado.</p><p>&#127897;&#65039; <strong>Podcast:</strong> <em>Caf&#233; da Manh&#227;</em>, da Folha &#8212; qualquer epis&#243;dio sobre comportamento de consumo serve. &#218;til porque te tira do bolha "marketing para criadora" e te lembra que a sua audi&#234;ncia tamb&#233;m ouve jornal de manh&#227;.</p><p>&#128173; <strong>Cita&#231;&#227;o:</strong> <em>"As pessoas n&#227;o compram o que voc&#234; faz. Elas compram por que voc&#234; faz."</em> &#8212; Simon Sinek. Toda criadora deveria reler isso uma vez por semana.</p><p>&#127873; <strong>B&#244;nus:</strong> abre o seu &#250;ltimo carrossel publicado e conta no dedo: em quantos slides voc&#234; &#233; a protagonista e em quantos slides a protagonista &#233; a pessoa que te segue? Se a balan&#231;a est&#225; desigual demais, parab&#233;ns &#8212; voc&#234; acabou de achar o problema editorial da sua semana.</p><div><hr></div><h2>&#128140; Se isso te cutucou, o feed agradece</h2><p>Se voc&#234; se sentiu meio cutucada lendo isso, talvez seja porque o seu feed anda precisando de mais conversa e menos espelho.</p><p>Sem drama. A boa not&#237;cia &#233; que mudar a c&#226;mera custa bem menos do que mudar o m&#233;todo.</p><p>A gente se v&#234; no pr&#243;ximo caf&#233; &#8212; provavelmente com mais um susto, um deboche, e uma virada de chave que cabe no salvar.</p><p>R.</p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Bem-vindos ao meu território sem filtro]]></title><description><![CDATA[O in&#237;cio do nosso Elo]]></description><link>https://ramonniellymorais.substack.com/p/bem-vindos-ao-meu-territorio</link><guid isPermaLink="false">https://ramonniellymorais.substack.com/p/bem-vindos-ao-meu-territorio</guid><dc:creator><![CDATA[Ramonnielly Morais]]></dc:creator><pubDate>Sat, 04 Jan 2025 15:16:26 GMT</pubDate><enclosure url="https://substackcdn.com/image/fetch/f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fc55b03e6-5a5f-4eec-a766-a0e1de88cb2d_735x578.jpeg" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p></p><p class="button-wrapper" data-attrs="{&quot;url&quot;:&quot;https://ramonniellymorais.substack.com/subscribe?&quot;,&quot;text&quot;:&quot;Subscribe now&quot;,&quot;action&quot;:null,&quot;class&quot;:null}" data-component-name="ButtonCreateButton"><a class="button primary" href="https://ramonniellymorais.substack.com/subscribe?"><span>Subscribe now</span></a></p><h2>Este &#233; o meu territ&#243;rio sem filtros.</h2><p>Se voc&#234; j&#225; chegou aqui com um p&#233; atr&#225;s pensando <em>&#8220;Mais uma newsletter? S&#233;rio?&#8221;</em>, calma. Eu prometo que isso aqui n&#227;o vai ser s&#243; mais um lugar com dicas batidas ou reflex&#245;es gen&#233;ricas que todo mundo j&#225; ouviu.</p><p>Este &#233; o meu territ&#243;rio sem filtros. O espa&#231;o onde voc&#234; vai me ver do jeito mais aut&#234;ntico, cheio de ironias, provoca&#231;&#245;es e aquele toque de humor &#225;cido que torna tudo mais divertido. Mas, mais do que isso, este &#233; o lugar onde a gente vai falar sobre como transformar a sua <strong>ess&#234;ncia</strong> em um movimento que conecta e inspira.</p><div class="captioned-image-container"><figure><a class="image-link image2 is-viewable-img" target="_blank" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!8C-6!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fc55b03e6-5a5f-4eec-a766-a0e1de88cb2d_735x578.jpeg" data-component-name="Image2ToDOM"><div class="image2-inset"><picture><source type="image/webp" srcset="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!8C-6!,w_424,c_limit,f_webp,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fc55b03e6-5a5f-4eec-a766-a0e1de88cb2d_735x578.jpeg 424w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!8C-6!,w_848,c_limit,f_webp,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fc55b03e6-5a5f-4eec-a766-a0e1de88cb2d_735x578.jpeg 848w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!8C-6!,w_1272,c_limit,f_webp,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fc55b03e6-5a5f-4eec-a766-a0e1de88cb2d_735x578.jpeg 1272w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!8C-6!,w_1456,c_limit,f_webp,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fc55b03e6-5a5f-4eec-a766-a0e1de88cb2d_735x578.jpeg 1456w" sizes="100vw"><img src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!8C-6!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fc55b03e6-5a5f-4eec-a766-a0e1de88cb2d_735x578.jpeg" width="735" height="578" data-attrs="{&quot;src&quot;:&quot;https://substack-post-media.s3.amazonaws.com/public/images/c55b03e6-5a5f-4eec-a766-a0e1de88cb2d_735x578.jpeg&quot;,&quot;srcNoWatermark&quot;:null,&quot;fullscreen&quot;:null,&quot;imageSize&quot;:null,&quot;height&quot;:578,&quot;width&quot;:735,&quot;resizeWidth&quot;:null,&quot;bytes&quot;:75936,&quot;alt&quot;:null,&quot;title&quot;:null,&quot;type&quot;:&quot;image/jpeg&quot;,&quot;href&quot;:null,&quot;belowTheFold&quot;:false,&quot;topImage&quot;:true,&quot;internalRedirect&quot;:null,&quot;isProcessing&quot;:false,&quot;align&quot;:null,&quot;offset&quot;:false}" class="sizing-normal" alt="" srcset="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!8C-6!,w_424,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fc55b03e6-5a5f-4eec-a766-a0e1de88cb2d_735x578.jpeg 424w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!8C-6!,w_848,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fc55b03e6-5a5f-4eec-a766-a0e1de88cb2d_735x578.jpeg 848w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!8C-6!,w_1272,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fc55b03e6-5a5f-4eec-a766-a0e1de88cb2d_735x578.jpeg 1272w, https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!8C-6!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fc55b03e6-5a5f-4eec-a766-a0e1de88cb2d_735x578.jpeg 1456w" sizes="100vw" fetchpriority="high"></picture><div class="image-link-expand"><div class="pencraft pc-display-flex pc-gap-8 pc-reset"><button tabindex="0" type="button" class="pencraft pc-reset pencraft icon-container restack-image"><svg role="img" width="20" height="20" viewBox="0 0 20 20" fill="none" stroke-width="1.5" stroke="var(--color-fg-primary)" stroke-linecap="round" stroke-linejoin="round" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><g><title></title><path d="M2.53001 7.81595C3.49179 4.73911 6.43281 2.5 9.91173 2.5C13.1684 2.5 15.9537 4.46214 17.0852 7.23684L17.6179 8.67647M17.6179 8.67647L18.5002 4.26471M17.6179 8.67647L13.6473 6.91176M17.4995 12.1841C16.5378 15.2609 13.5967 17.5 10.1178 17.5C6.86118 17.5 4.07589 15.5379 2.94432 12.7632L2.41165 11.3235M2.41165 11.3235L1.5293 15.7353M2.41165 11.3235L6.38224 13.0882"></path></g></svg></button><button tabindex="0" type="button" class="pencraft pc-reset pencraft icon-container view-image"><svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" width="20" height="20" viewBox="0 0 24 24" fill="none" stroke="currentColor" stroke-width="2" stroke-linecap="round" stroke-linejoin="round" class="lucide lucide-maximize2 lucide-maximize-2"><polyline points="15 3 21 3 21 9"></polyline><polyline points="9 21 3 21 3 15"></polyline><line x1="21" x2="14" y1="3" y2="10"></line><line x1="3" x2="10" y1="21" y2="14"></line></svg></button></div></div></div></a></figure></div><h3>Por que agora?</h3><p>Sabe quando voc&#234; sente que precisa parar de andar em c&#237;rculos e come&#231;ar a falar com mais profundidade sobre o que realmente importa? Foi exatamente isso que me trouxe aqui.</p><p>Depois de anos ajudando marcas e pessoas a encontrarem a pr&#243;pria voz, percebi que queria criar um espa&#231;o para conversar de forma mais pr&#243;xima, como amigas tomando caf&#233; (ou vinho, porque a vida merece!). Aqui, vamos juntas desmistificar o mundo do marketing e descobrir como sua autenticidade pode ser a sua melhor estrat&#233;gia.</p><h3><strong>O que te espera por aqui?</strong></h3><p>Sem enrola&#231;&#227;o:</p><ul><li><p><strong>Reflex&#245;es com humor:</strong> sobre o que funciona (e o que s&#243; parece funcionar) no digital.</p></li><li><p><strong>Provoca&#231;&#245;es sinceras:</strong> para te tirar da zona de conforto e te fazer pensar al&#233;m das f&#243;rmulas prontas.</p></li><li><p><strong>Ideias pr&#225;ticas:</strong> para transformar a sua comunica&#231;&#227;o em algo &#250;nico e cheio de prop&#243;sito.</p></li></ul><p>Tudo isso com uma linguagem leve, pr&#243;xima e sem aquele peso de "manual de instru&#231;&#245;es". Porque, convenhamos, ningu&#233;m tem tempo para f&#243;rmulas chatas.</p><h3>Qual &#233; o meu objetivo?</h3><p>Que voc&#234; saia daqui se sentindo mais conectada com quem voc&#234; &#233; e com coragem para mostrar isso ao mundo. Afinal, <strong>a sua ess&#234;ncia &#233; o que faz tudo funcionar de verdade</strong>. N&#227;o &#233; sobre ser perfeita ou seguir tend&#234;ncias. &#201; sobre criar um elo que ningu&#233;m pode quebrar.</p><h3>Vamos juntas?</h3><p>Agora que voc&#234; j&#225; sabe o que esperar, clique no bot&#227;o abaixo e venha fazer parte dessa comunidade de pessoas que acreditam que autenticidade &#233; o verdadeiro superpoder.</p><p class="button-wrapper" data-attrs="{&quot;url&quot;:&quot;https://ramonniellymorais.substack.com/subscribe?&quot;,&quot;text&quot;:&quot;Subscreva agora&quot;,&quot;action&quot;:null,&quot;class&quot;:null}" data-component-name="ButtonCreateButton"><a class="button primary" href="https://ramonniellymorais.substack.com/subscribe?"><span>Subscreva agora</span></a></p><p>E, enquanto isso, me conta: o que voc&#234; acha que est&#225; faltando no digital hoje? Responde aqui ou me manda uma mensagem. Adoro conversar!</p><div><hr></div><div class="subscription-widget-wrap-editor" data-attrs="{&quot;url&quot;:&quot;https://ramonniellymorais.substack.com/subscribe?&quot;,&quot;text&quot;:&quot;Subscribe&quot;,&quot;language&quot;:&quot;en&quot;}" data-component-name="SubscribeWidgetToDOM"><div class="subscription-widget show-subscribe"><div class="preamble"><p class="cta-caption">Obrigada por ler o Substack de Ramonnielly!  Se conectou com a mensagem? Assine gratuitamente para receber novos conte&#250;dos e fazer parte desse movimento. Sua ess&#234;ncia merece ser compartilhada! &#128156;</p></div><form class="subscription-widget-subscribe"><input type="email" class="email-input" name="email" placeholder="Type your email&#8230;" tabindex="-1"><input type="submit" class="button primary" value="Subscribe"><div class="fake-input-wrapper"><div class="fake-input"></div><div class="fake-button"></div></div></form></div></div><p></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Em breve]]></title><description><![CDATA[Este &#233; o O territ&#243;rio sem filtros de Ramonnielly.]]></description><link>https://ramonniellymorais.substack.com/p/coming-soon</link><guid isPermaLink="false">https://ramonniellymorais.substack.com/p/coming-soon</guid><dc:creator><![CDATA[Ramonnielly Morais]]></dc:creator><pubDate>Sat, 04 Jan 2025 14:38:34 GMT</pubDate><enclosure url="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!y7jG!,w_256,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F78a9fc80-8795-4726-b942-7065f800a9f3_1080x1080.png" length="0" type="image/jpeg"/><content:encoded><![CDATA[<p>Este &#233; o O territ&#243;rio sem filtros de Ramonnielly.</p><p class="button-wrapper" data-attrs="{&quot;url&quot;:&quot;https://ramonniellymorais.substack.com/subscribe?&quot;,&quot;text&quot;:&quot;Subscreva agora&quot;,&quot;action&quot;:null,&quot;class&quot;:null}" data-component-name="ButtonCreateButton"><a class="button primary" href="https://ramonniellymorais.substack.com/subscribe?"><span>Subscreva agora</span></a></p>]]></content:encoded></item></channel></rss>